Mais do que tratar doenças de pele, meu propósito é devolver qualidade de vida aos pacientes e tranquilidade às suas famílias. 🐾
Sou médica-veterinária e dedico minha atuação exclusivamente à Dermatologia, Otologia e Alergologia de cães e gatos.
Acredito que cada paciente merece ser visto de forma individual. Por isso, minha abordagem vai além do controle dos sintomas: procuro compreender a causa da doença para construir tratamentos personalizados, sempre fundamentados na medicina baseada em evidências.
Minha formação inclui:
🎓 Médica-veterinária pela UFRGS
🎓 Mestre em Saúde Animal
🎓 Pós-graduada em Medicina Felina
🎓 Pós-graduada em Dermatologia Veterinária
👩🏫 Professora de pós-graduação em Dermatologia Veterinária
Foi dessa forma de enxergar a medicina que nasceu o DermaVet: um serviço especializado, baseado em conhecimento técnico, investigação cuidadosa e atendimento humanizado.
Seja muito bem-vindo(a)! Espero que este espaço seja uma fonte de conhecimento e confiança para quem busca o melhor cuidado para cães e gatos.
Porque, antes de tratar a doença, é preciso entender o paciente.
🤍 Dra. Juliana Vieira
Médica-veterinária | Dermatologia • Otologia • Alergologia Veterinária
Todos os dias, profissionais de pet shops e banhos e tosas são os primeiros a perceber que algo não vai bem.
Uma coceira.
Uma otite recorrente.
Uma lesão que insiste em voltar.
E se essa equipe souber reconhecer esses sinais precocemente, o pet ganha mais qualidade de vida, o tutor recebe uma orientação mais qualificada e toda a rede de atendimento trabalha melhor.
Foi pensando nisso que nasceu o Olhar DermaVet.
Um treinamento desenvolvido para levar conhecimento prático em dermatologia veterinária para quem está presente no cuidado diário dos animais.
Levando o olhar especializado para a linha de frente do cuidado.
Se você tem um pet shop e quer conhecer o projeto, entre em contato pelo (54) 993238585
Seu cão faz tratamento para a otite, melhora... mas, algumas semanas ou meses depois, ela volta.
Se isso acontece com frequência, talvez o problema nunca tenha sido apenas a orelha.
Este é o caso de um Golden Retriever que apresentava dois sinais muito comuns em cães com dermatite alérgica: coceira intensa nas orelhas e lambedura constante das patas.
Após a investigação das possíveis causas da coceira, concluímos que havia indicação para realizar a triagem alérgica. O objetivo era identificar quais alérgenos ambientais poderiam estar desencadeando a resposta alérgica desse paciente.
Para isso, realizamos o prick test, um exame que avalia a reação da pele a diferentes alérgenos ambientais. As reações destacadas na imagem mostram justamente quais substâncias despertaram uma resposta do sistema imunológico desse cão.
E é nesse momento que a estratégia de tratamento muda.
Em vez de tratar apenas as infecções secundárias e controlar a inflamação das crises, passamos a ter a possibilidade de atuar sobre a causa da alergia.
💡 Em pacientes criteriosamente selecionados, uma das opções é a imunoterapia alérgeno-específica, que busca aumentar gradualmente a tolerância do organismo aos alérgenos identificados, reduzindo a frequência das crises, a necessidade de medicações contínuas e proporcionando um controle mais duradouro da doença.
Ela não substitui outros tratamentos e não é indicada para todos os cães. Por isso, cada paciente deve ser investigado de forma individual.
A pergunta que sempre faço aos tutores é:
👉 Seu cão realmente tem uma otite recorrente... ou a otite é apenas um dos sinais de uma alergia que ainda não foi identificada?
📍 No DermaVet, acreditamos que controlar os sintomas é importante. Mas descobrir a causa da doença é o que realmente permite construir um tratamento personalizado e duradouro.
📍 Seu cão convive com otites recorrentes, coceira ou alergias?
Talvez seja o momento de investigar a causa, e não apenas controlar as crises.
Agende uma consulta e descubra qual é a estratégia mais adequada para o seu pet.
Seu cachorro coça sem parar? Lambe as patas constantemente? Tem otites recorrentes ou lesões de pele que parecem melhorar e depois voltar?
Muitos tutores acreditam que o problema é apenas a coceira. Mas, na realidade, a coceira costuma ser apenas o sinal mais visível de uma doença alérgica. E aqui está um dos maiores desafios da alergologia veterinária: descobrir o que está desencadeando a inflamação.
Alergias ambientais podem estar associadas a ácaros, pólen, fungos e diversos fatores presentes na rotina do animal. Sem uma investigação adequada, muitos pacientes passam anos alternando medicamentos e tratamentos sem compreender a causa do problema. Por isso, nosso objetivo não é apenas controlar os sintomas, mas entender por que eles estão acontecendo. Porque quando identificamos os fatores envolvidos na doença, conseguimos construir estratégias mais precisas, individualizadas e duradouras.
A coceira não é o diagnóstico. A otite não é o diagnóstico. A lambedura das patas não é o diagnóstico. Eles são sinais de que existe uma doença que precisa ser investigada.
Casos de otite crônica que não respondem ao tratamento são mais comuns do que deveriam.
Neste paciente, havia histórico de:
1. anos de recorrência
2. múltiplas culturas otológicas
3. isolamento de bactérias resistentes
4. tratamentos repetidos sem resolução
Mas o ponto central não estava na escolha do antibiótico.
O problema estava visível — na anatomia do canal.
A presença de um nódulo na entrada do conduto atuava como:
fator perpetuante
alteração física do ambiente do canal
barreira à resolução da inflamação
Enquanto esse fator não fosse identificado e abordado, qualquer tratamento seria apenas paliativo.
Infecção não é causa primária na maioria das otites crônicas.
Ela é consequência de:
inflamação
alterações anatômicas
doenças de base (como alergias)
Esse é o tipo de caso que reforça:
diagnóstico correto muda completamente o desfecho
tratar sem investigar mantém a doença ativa
Casos recorrentes exigem investigação — não apenas tratamento.
Para avaliação especializada, entre em contato pelo WhatsApp.
Se o seu cachorro apresenta episódios frequentes de otite, existe um ponto importante:
👉 isso raramente é o problema principal.
Na maioria dos casos, alterações na pele — especialmente alergias — estão por trás das inflamações no ouvido.
Por isso, tratar apenas a infecção pode até melhorar, mas não resolve.
👉 Sem investigar a causa, o ciclo se repete.
Agendamentos pelo WhatsApp
DermaVet | Dermatologia, Alergologia e Otologia Veterinária
Seu pet se coça… e parece que nada resolve?
Isso acontece porque muita gente acredita que toda coceira é alergia.
Mas, na prática, não é assim.
👉 O prurido pode ter diferentes origens — e nem sempre é alérgico.
Em dermatologia, a coceira é um sinal clínico, não um diagnóstico.
Não se trata apenas de controlar o sintoma.
Se trata de identificar a causa.
👉 Alergias, parasitas, infecções e alterações da pele podem estar envolvidos — muitas vezes ao mesmo tempo.
Quando isso não é feito corretamente, o resultado costuma ser:
• melhora temporária
• recorrência dos sinais
• evolução do quadro clínico
💡 Tratar sem diagnosticar é adiar o problema.
Cada caso precisa ser entendido antes de ser tratado.
E é isso que muda completamente o resultado.
DermaVet | Dermatologia, Alergologia e Otologia
Isso acontece porque a coceira não é a causa.
Ela é apenas um sinal clínico.
Em dermatologia, o resultado não vem de “testar tratamentos”.
Vem de seguir um raciocínio diagnóstico estruturado.
👉 O prurido pode ter múltiplas causas acontecendo ao mesmo tempo.
E tratar só o sintoma leva a:
• melhora temporária
• recaídas frequentes
• infecções recorrentes
💡 Não é que o problema não tem solução.
É que ele ainda não foi investigado da forma correta.
Cada caso precisa ser entendido antes de ser tratado.
E é isso que muda completamente o resultado.
DermaVet | Dermatologia, Alergologia e Otologia
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
O conceito de Saúde Única (One health – OH) não é recente. Ele surgiu em discussão há muitos anos por grandes filósofos que já defendiam a ideia de que a saúde pública estava ligada a um equilíbrio entre a saúde humana, a saúde animal e a do meio ambiente. Entretanto, o termo Saúde Única foi instituído em 2008 pela iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) e da Organização das Nações Unidas para alimentação e agricultura (FAO) com o objetivo de realizar um trabalho integrado destes três pilares para garantir uma boa saúde pública por meio da prevenção e do controle de patógenos na produção animal.
De alguns anos para cá, o processo de globalização, mudanças climáticas, transformações ambientais, bem como o comportamento humano, fez com que houvesse um aumento da ocorrência de doenças emergentes e reemergentes, tanto em homens quanto em animais, como observada nos últimos 10 a 15 anos.
➡️Segundo a OIE (2016), 60% das doenças infeciosas humanas são zoonoses, sendo 75% dos agentes de doenças infeciosas no homem como sendo de origem animal, sendo que de cinco doenças novas no homem que surgem por ano, três são de origem animal. Portanto, o papel do médico veterinário passa a ser fundamental para que seja mantida e regulada esta tríade de saúde .
Você já conhecia esse conceito?
😎 Com a chegada do verão, além de manter os nossos pets sempre muito bem hidratados, devemos seguir algumas recomendações para evitar problemas de saúde. Uma das principais é a utilização de produtos com fator de proteção solar.
E muitos de vocês irão me perguntar: "Existe protetor solar para pets?” 🧐
Existe sim!
A razão pela qual o seu pet deve usar protetor solar é a mesma que a nossa – de proteger a pele dos raios ultravioletas. Os pets, assim como a gente, também precisam de proteção solar, principalmente algumas raças que possuem a pele sensível ou os muito clarinhos e, por isso, são mais vulneráveis à exposição excessiva do sol.
Por essa razão, TODOS OS PETS, sem exceção, precisam de proteção diária do sol, principalmente nos casos de cães que moram em locais muito quentes e que passam boa parte do dia em ambientes externos. ⛱🧴
Você está protegendo o teu pet?
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
Feedback é uma ação que revela os pontos positivos e negativos do trabalho executado tendo em vista a MELHORIA dele.
Ele é o parecer sobre uma pessoa, ou grupo de pessoas, na realização de um trabalho com o intuito de avaliar seu desempenho.
São feedbacks como esse que me fazem ver que estou no caminho certo.
Vou deixar uma caixinha nos stories e quem quiser compartilhar algum feedback, fique a vontade!
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
Você notou que o seu cachorro não quer beber água? Isso pode ser um problema. Acontece que, assim como os humanos, os cães também precisam de uma ingestão adequada de água todos os dias para garantir o bom funcionamento do seu organismo. Além de evitar a desidratação, o consumo do líquido ajuda a manter a saúde do seu amigo em dia e prevenir algumas doenças, como a insuficiência renal. Por isso, é bom observar se o seu cãozinho está indo poucas vezes ao bebedouro e buscar formas de reverter a situação. Para te ajudar, nós reunimos 6 truques que podem estimular o seu cachorro a beber mais água.
1) Invista em uma fonte de água para cachorros;
2) Gelo para cachorro: coloque pequenos cubos no pote para estimular a hidratação do animal;
3) Atente-se a limpeza do pote de água;
4) Coloque um pote de água em cada cômodo da casa;
5) Leve uma garrafinha de água na hora de passear com cachorro;
6) Vale oferecer água de coco para cachorro!
Gostaram das dicas?
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
Desconforto, cansaço excessivo e até queimaduras nas patinhas são alguns problemas que podem ocorrer caso o cão passeie em horários em que a temperatura está muito alta. 🚨
Passear em horários de muito calor gera também desconforto aos animais, eles podem se sentir mal por conta do calor e até mesmo ter hipertermia ( elevação da temperatura corporal). As raças braquicefálicas, como os Bulldogs, Pugs e Shit tzus precisam de cuidados redobrados, pois devido a sua anatomia facial, tem a perda de calor - através da respiração- prejudicada.
🚨🚨A hipertermia nessas raças pode virar uma emergência! 🚨🚨
Evite passeios das 10h até as 16h e leve sempre um pouco de água para oferecer para o seu cão.
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
Vamos iniciar a segunda de carnaval com esse artigo, que teve como objetivo identificar Leishmania infantum e Leishmania braziliensis em primatas não humanos (PNH) residentes em uma cidade onde a leishmaniose é endêmica.
Os primatas não humanos (NHP) silvestres são considerados hospedeiros naturais do protozoário do gênero Leishmania, agente etiológico da leishmaniose. O DNA foi extraído de 48 animais e foram analisados através de PCR ( utilizaram primers específicos para as espécies L. infantum e L. braziliensis) . Os resultados dessa pesquisa revelaram o PRIMEIRO relato de L. infantum e L. braziliensis infectando naturalmente primatas no zoológico de Sorocaba.
É importante estudar a população desse agente infeccioso em animais de zoológicos para estabelecer mecanismos de vigilância e controle em Sorocaba por meio da aplicação de uma abordagem One Health, onde a saúde e a doença homem-animal-ambiente fazem interface e podem auxiliar na proteção de espécies em perigo.
Um primata da espécie Plecturocebus vieirai foi positivo para L. infantum e cinco primatas (quatro Alouatta caraya e um Ateles chamek ) foram positivos para L. braziliensis . Isso indica um possível papel desses animais na manutenção desses parasitos.
‼‼PONTOS IMPORTANTES:‼‼
Existe a infecção natural de Leishmania infantum e Leishmania braziliensis em primatas não humanos (PNHs) em cativeiro do cerrado brasileiro.
O NHP pode participar da manutenção de Leishmania spp. e contribuir para a transmissão deste parasita em outros animais, incluindo humanos, potencialmente impactando o One Health (conceito de saúde única).
Preocupante, não acham?
Colega, você tem orientado seus clientes sobre como eles podem prevenir tanto neles quanto nos animais essa doença?
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
AGOSTO VERDE
Leishmanioses: Ministério da Saúde alerta para prevenção
Doenças infecciosas graves, que podem atingir pessoas e animais, têm prevenção e controle
Na Semana Nacional de Controle e Combate às Leishmanioses, o Ministério da Saúde reforça a importância da prevenção destas doenças infecciosas que afetam seres humanos e animais. Causadas por parasitos que são transmitidos pela picada de insetos chamados de flebotomíneos, as leishmanioses têm o potencial de provocar desde lesões na pele à infecções viscerais, que podem levar a morte.
Há dois tipos de leishmanioses: tegumentar e visceral (calazar). Tais doenças persistem como um importante problema de saúde mundial, já que mais de 90% de novos casos concentram-se em 13 países, incluindo o Brasil. Estima-se que até 1,7 milhão de pessoas adoeçam anualmente por leishmanioses, dessas, de 20 mil a 30 mil evoluem ao óbito.
LEISHMANIOSE TEGUMENTAR
No Brasil, uma das formas mais frequentes de leishmanioses é a tegumentar. Conhecida também pelos nomes de úlcera de Bauru, nariz de tapir, botão do oriente e ferida brava, a doença não contagiosa é transmitida pela picada de fêmeas infectadas do vetor, conhecido popularmente como mosquito-palha, tatuquira, birigui, entre outros.
Os sinais da leishmaniose tegumentar são lesões na pele e/ou mucosas. As lesões de pele podem ser únicas, múltiplas, disseminadas ou difusas. Elas apresentam aspecto de úlceras, com bordas elevadas e fundo granuloso, geralmente indolor.
As lesões mucosas são mais frequentes no nariz, boca e garganta. Quando atingem o nariz, podem ocorrer:
Sangramentos;
Coriza;
Aparecimento de crostas;
Feridas.
Na garganta, os sintomas são:
Dor ao engolir;
Rouquidão;
Tosse.
O período de incubação - tempo que os sintomas começam a aparecer desde a infecção - é de, em média, 2 a 3 meses, podendo apresentar períodos mais curtos, de 2 semanas, e mais longos, de 2 anos.
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento específico e gratuito para a leishmaniose tegumentar. O tratamento é feito com uso de medicamentos específicos e repouso. Desde o ano 2021, o SUS oferta medicamento que possibilita o tratamento na própria casa do paciente, por meio do uso de cápsulas do medicamento miltefosina, primeiro medicamento de uso oral para a doença.
LEISHMANIOSE VISCERAL
Apesar de menos frequente que a leishmaniose tegumentar, a leishmaniose visceral é expressivamente mais grave, podendo levar a óbito caso o paciente não seja tratado oportuna e adequadamente. Os principais sinais e sintomas da leishmaniose visceral são: febre prolongada e irregular (mais de 7 dias), falta de apetite, perda de peso, fraqueza e aumento do volume abdominal (aumento do fígado e baço).
Esses sintomas costumam aparecer, em média, entre 2 e 6 meses após a picada da fêmea de flebotomíneos infectados.
O cão é a principal fonte de infecção para o inseto transmissor, pelo fato do parasito se manter nos vasos sanguíneos localizados na pele desses animais, diferente do que acontece nos seres humanos, e facilitando a manutenção do ciclo de transmissão da doença no meio urbano.
É importante salientar que os cães, assim como os seres humanos, são vítimas e não o vilão na cadeia de transmissão, e que existe a possibilidade de evitar sua infecção por meio do uso de coleiras com repelentes que evitam as picadas dos insetos vetores da leishmaniose visceral.
A doença tem tratamento, também disponível no SUS, que se baseia na administração de medicamentos, com diferentes protocolos, a depender da gravidade do quadro clínico do paciente.
SAIBA COMO EVITAR
Entre janeiro de 2021 e julho de 2022, foram detectados pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) do Ministério da Saúde, 52 suspeitas de mortes por
leishmaniose visceral, os quais ocorreram em 14 das 27 Unidades Federadas, com destaque para os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Apesar de ainda não existir vacina contra as leishmanioses humanas, é recomendado ações educativas e preventivas, como o manejo ambiental, por meio da limpeza de quintais e terrenos, para evitar o estabelecimento de criadouros para larvas do vetor. Além de adotar medidas de proteção individual, como usar roupas que protejam as pernas e os braços das picadas do vetor e evitar a exposição nos horários de atividades do inseto (crepúsculo e noite) em ambientes onde este habitualmente possa ser encontrado.
Outra forma importante de prevenção da leishmaniose visceral humana é prevenindo a infecção dos cães pelo agente causador da doença. A estratégia mais efetiva comprovada cientificamente é o uso de coleiras impregnadas com inseticida à base deltametrina nessa espécie animal em áreas endêmicas para a doença. Essa ferramenta faz parte da estratégia de vigilância, prevenção e controle da doença no Brasil, implementada no SUS a partir do ano de 2021. No último mês, o Ministério da Saúde enviou mais de 254 mil coleiras aos estados com maior risco de transmissão da doença.
Giurla Martins
Ministério da Saúde
Categoria
Saúde e Vigilância Sanitária
A audição é essencial em nossas vidas, e na dos nossos pets não é diferente. Ela desempenha um papel fundamental na comunicação.
É através dela que eles conseguem perceber os sons do ambiente e a nossa fala. Além disso, sabemos que o som é capaz de proporcionar e modificar emoções e estas tem um papel fundamental tanto no nosso relacionamento com eles quanto na qualidade de vida. O déficit auditivo (problemas com a audição) podem levar a sentimentos de depressão e, em alguns casos até isolamento.
Ao notar qualquer alteração, procure ajuda de um especialista ( dermato ou neuro) para identificar a causa.
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
✅ Checklist Essencial do Cão com Dermatite Atópica ✅
Quem tem um cão com Dermatite Atópica sabe que ele demanda alguns cuidados especiais para que ele tenha uma boa qualidade de vida.
Preparamos esse checklist com os pontos que consideramos cruciais e vamos comentar um pouco sobre casa um deles:
✅ Antipulgas sempre atualizado - mesmo que ele não tenha DAPE é importante que o antipulgas esteja sempre atualizado para que a picada da pulga não seja um fator de gatilho para a coceira;
✅ Seguir a dieta prescrita - de acordo com o resultado da triagem alimentar ou um alimento que forneça um aporte adequado de nutrientes importantes para a pele;
✅ Medicação antipruriginosa - na grande maioria dos casos os cães alérgicos necessitam de medicação para o controle do prurido, pois a inflamação da pele (natural do cão com DAC) leva ao prurido, que leva a mais inflamação, que leva a mais prurido e assim por diante); Atualmente temos opções muito boas e seguras no mercado Veterinário;
✅ Abusar da hidratação da pele - uma pele hidratada é uma pele mais "fechada", e por consequência, reduz a chance da entrada de alérgenos;
✅ Consultas de acompanhamento - o acompanhamento é essencial para manter o cão com uma boa qualidade de vida e tentar evitar as crises;
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
Essa é uma dúvida muito comum entre os tutores e, até mesmo, entre os Médicos Veterinários.
Para cães que não tem dermatopatias (problemas de pele), não existe uma frequência ideal definida. Minha recomendação geral é um banho a cada 30 dias com um produto específico para cães.
Agora, quando falamos de cães que possuem alguma dermatopatia, em especial a Dermatite Atópica, os banhos são fundamentais tanto para limpar a pele, quanto para hidratar!
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
Através da TRIAGEM ALÉRGICA.
A triagem serve para diferenciar a Dermatite Atópica Canina (DAC) e a Síndrome Atópica Cutânea Felina (SACF) de outras doenças pruriginosas.
Ela é composta basicamente por 3 fases, além de nos ajudar a diferenciar, também serve para o melhor entendimento do problema de pele do pet (fatores agravantes).
Importante: Os testes alérgicos devem ser solicitados (na grande parte dos casos) depois da realização das duas primeiras fases!
👩⚕️ M.V. Juliana Vieira | CRMV RS 12 519
🔬Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
As dermatopatias nos pets, por muitas vezes, podem ser bem desafiadoras e exigem um trabalho de equipe do tutor, Médico Veterinário e pet. 🤝
Separei 3 dicas, que na minha opinião são fundamentais, para aumentar a taxa de sucesso do tratamento dermatológico.👇
1️⃣ Siga as recomendações dadas a consulta - Confie no seu Vet, ele tem um plano traçado e precisa da sua ajuda para que o plano seja executado.
2️⃣ Contatar o Veterinário em caso de encontrar alguma dificuldade no que foi prescrito - dessa forma, ele poderá ajudar você a executar ou alterar o que foi prescrito.
3️⃣ Comparecer na revisão e ou acompanhamento - os retornos e acompanhamentos são essenciais seja para dar alta ou para traçar a estratégia de manutenção e deixar o pet estável por mais tempo.
Espero que vocês tenham gostado das dicas! 🐶
Você sabia que os cães também podem sofrer de alergias?
Você sabia que os cães também podem sofrer de alergias?
Fique atento aos sinais, que podem incluir coceira excessiva, vermelhidão na pele, lambidas constantes e até mesmo problemas gastrointestinais.
Se notar esses sintomas, consulte um veterinário especializado em dermatologia para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado.
👩⚕️ M.V. Juliana Vieira | CRMV RS 12 519
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
📲 (54) 99323 8585
As otopatias ( também conhecidas como otites ou dor de ouvido) representam grande parte dos atendimentos dentro na clínica de pequenos animais (10%-20%), por isso devemos sempre ter em mente 6 informações muito importantes:
1️⃣. Frequentemente esses quadros estão associados a dermatopatias;
2️⃣. A otite externa é a apresentação mais comum;
3️⃣. Cerca de 75% das otites caninas estão associadas a quadros alérgicos;
4️⃣. Felinos com sintomatologia de otite média podem apresentar pólipos nasofaríngeos;
5️⃣. As otites em animais alérgicos precisam acompanhamento constante;
6️⃣. Cerca de 30% - 50% dos casos de otite externa evoluem para otite média.
❓ Ficou com alguma dúvida? Chama no whats!👇
👩⚕️ M.V. Juliana Vieira | CRMV RS 12 519
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
📲 (54) 99323-8585
Não é apenas trocar o shampoo.
Não é tratar somente a lesão visível.
É compreender por que ela surgiu.
Coceira recorrente.
Otite que sempre retorna.
Lambedura de patas.
Vermelhidão persistente.
Esses sinais não representam o problema final.
São manifestações de uma causa que precisa ser investigada.
O foco não é silenciar sintomas.
É identificar a origem.
✔ Alergias
✔ Dermatite atópica
✔ Hipersensibilidade alimentar
✔ Proliferação de Malassezia
✔ Infecções bacterianas secundárias
✔ Processos inflamatórios crônicos
Cada paciente apresenta um padrão clínico.
Cada caso exige raciocínio diagnóstico.
A maioria das otites recorrentes, por exemplo, não é “azar”.
É ausência de investigação da causa primária.
Dermatologia é medicina baseada em diagnóstico.
Se você busca atendimento especializado, com foco em investigação clínica e controle de doenças crônicas de pele e ouvido, esse é o nosso propósito.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
Salve este post se você acredita que tratamento começa com diagnóstico.
E envie para alguém que ainda trata apenas o sintoma.
—
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
Cuidando da saúde dermatológica dos nossos companheiros!
Não há dúvidas de que problemas de pele, especialmente aqueles relacionados a infestações por pulgas e carrapatos, podem desencadear uma série de desconfortos para os nossos pets, desde irritações cutâneas até complicações mais sérias.
✨ No entanto, é possível mitigar tais inconvenientes com uma abordagem adequada de tratamento e prevenção.
Com produtos formulados especificamente para o controle de ectoparasitas, é viável manter esses intrusos sob controle e assegurar o bem-estar dermatológico do seu fiel amigo.
🔍 Interessado em saber a forma mais eficaz de cuidar da pele dos pets e as melhores estratégias de prevenção contra pulgas e carrapatos? Entre em contato e agende um horário conosco. Com informações técnicas e conselhos especializados, garantiremos a saúde dermatológica ideal do seu peludo!
Lembre-se, a palavra de ordem é prevenção.
#DermatologiaVeterinária #PulgasECarrapatos #ControleDeEctoparasitas #SaúdeAnimal #MedicinaVeterinária #tramandaí #veterinário
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.
Dermavet
Dermatologia • Alergologia • Otologia Veterinária
Saúde que se vê. Cuidado que se sente.
📍 Atendimento em Tramandaí, Imbé, Osório, Xangri-Lá, Capão da Canoa, Torres, Gravataí, Canoas e Porto Alegre.